Capacitação de Novos Agentes



Aconteceu nos dias 09, 10 e 11 de dezembro, na Igreja Coração de Maria, em Santos/SP, a capacitação de novos agentes para a Pastoral da Aids. Estiveram reunidos 10 (dez) futuros agentes de Santos, Praia Grande, Cubatão e São Vicente. Esta capacitação visou formar os agentes no campo da mística, da prevenção e da incidência política.

Premiação "Laço Vermelho"



A Secretaria de Saúde de Santos, em comemoração ao Dia Mundial de Luta Contra Aids, realizou o fórum "Santos na luta contra a Aids: a responsabilidade é de todos", onde a Pastoral teve sua participação através de uma apresentação de sua estrutura e de seu plano de ação. Na ocasião houve a premiação "Laço Vermelho" homenageando as entidades que atuam no setor. A Pastoral da Aids foi agraciada com o prêmio.

Pedágio - 1º de Dezembro



Foi realizada ação de informação, esclarecimento e orientação da população a respeito da epidemia da Aids e a necessidade do diagnóstico precoce, dia 01/12 em pedágio realizado em Cubatão. A população foi orientada a fazer o teste gratuito e sigiloso nos serviços de saúde da cidade.

Diagnóstico Precoce - PoupaTempo



Dia 29/11 em continuidade ao incentivo ao diagnóstico precoce a pastoral esteve presente no PoupaTempo, distribuindo folders e informando sobre a necessidade de todo indivíduo conhecer seu estado sorológico.

Diagnóstico Precoce - Bom Prato







Dando início a semana da Campanha do Diagnóstico Precoce, a pastoral realizou dia 24/11 conscientização/panfletagem na área do Mercado Municipal e no Restaurante Popular Bom Prato em Santos.

Diagnóstico Precoce - Cubatão



Dando prosseguimento a Campanha de Incentivo ao Diagnóstico Precoce, agentes da Pastoral da Aids de Cubatão e Santos estiveram dia 27 em um evento de Ação de Graças que envolveu as três paróquias de Cubatão. Em parceria com o CTA, orientaram os participantes a fazerem o teste anti-HIV, como uma forma de evitar o adoecimento e também um modo de interromper a transmissão do virus dado o conhecimento de estado sorológico. De um público de 900 pessoas foram realizados em torno de 368 testes.

ONU vislumbra fim da epidemia e elogia o Brasil


Trinta e quatro milhões de pessoas eram portadoras do vírus HIV, o vírus da Aids, em 2010, um número recorde atribuído em grande medida à generalização de tratamentos que prolongam a vida dos soropositivos e estimulam a esperança de erradicar a pandemia, anunciou a UNAIDS, órgão das Nações Unidas, nesta segunda-feira.
O relatório destaca a resposta completa e antecipada do Brasil ante a epidemia, que garantiu o "acesso aos serviços de prevenção e tratamento do HIV para as pessoas mais vulneráveis e marginalizadas".
"Nós nos encontramos na antessala de um importante marco na resposta à Aids", afirmou o diretor executivo do órgão, Michel Sidibe.

"Há apenas alguns anos, parecia impossível falar sobre o fim da epidemia em curto prazo. No entanto, a ciência, o apoio político e as respostas comunitárias estão começando a dar frutos claros e tangíveis", completou.
"Atualmente mais pessoas que nunca viveram com o HIV, em grande partida devido ao maior acesso ao tratamento", destaca o relatório, que calcula em 34 milhões - 17% a mais que em 2001 - o número de soropositivos.
"Os dados refletem uma expansão significativa do acesso ao tratamento com antirretrovirais, que tem ajudado a reduzir as mortes relacionadas com a Aids, especialmente nos últimos anos", completa.
Metade dos portadores do vírus recebe algum tipo de tratamento.
Também reflete o contínuo grande número de novas infecções, apesar da tendência dar sinais de queda: em 2010 foram 2,7 milhões de novos casos (incluindo 390.000 crianças), 15% a menos que em 2001 e 21% a menos que em 1997, quando a propagação alcançou o máximo histórico.
E o número de mortes por Aids caiu a 1,8 milhão em 2010, contra 2,2 milhões de óbitos em meados dos anos 2000.
"Desde 1995, evitamos um total de 2,5 milhões de mortes em países com renda baixa e média por meio do tratamento com antirretrovirais. Somente em 2010 foram evitadas 700.000 mortes relacionadas à Aids", afirma o documento de 52 páginas.
"A epidemia de Aids ainda não terminou, mas o fim pode estar próximo se os países investirem de maneira inteligente", destaca a UNAIDS.
O organismo propõe um objetivo ambicioso: "Nos próximos cinco anos, os investimentos inteligentes podem impulsionar a resposta à Aids até a visão de zero novas infecções por HIV, zero discriminação e zero mortes relacionadas com a Aids".
A região mais afetada pelo HIV/Aids continua sendo a África subsaariana (5% de prevalência entre a população adulta), seguida pelo Caribe (0,9%) e Rússia (0,9%).
Na América Latina a evolução permanece estável desde o início dos anos 2000 (0,4% de prevalência). Também permanece estável na América do Norte (0,6%) e Europa ocidental e central (0,2%), "apesar do acesso universal ao tratamento, do atendimento e apoio, e da ampla sensibilização ao tema", ressalta o documento.
A proporção de mulheres com HIV permaneceu estável (ao redor de 50%), mas há mais mulheres que homens infectadas na África negra (59%) e no Caribe (53%).
No fim de 2010, 68% dos soropositivos viviam na África subsaariana, onde mora apenas 12% da população mundial. Desde 1998, um milhão de subsaarianos morrem vítimas da Aids por ano e em 2010 metade dos óbitos relacionados com a Aids no mundo foram registrados na África austral.
O número de contágios caiu em 33 países, 22 deles situados na África subsaariana.
No Caribe, no ano passado eram 200.000 soropositivos (adultos e crianças), contra 210.000 em 2001. As novas infecções caíram em um terço no mesmo período.
"A grande influência é o acesso cada vez maior aos serviços de prevenção do HIV para as mulheres grávidas, que permitiram uma considerável redução no número de crianças com HIV e na mortalidade infantil pela Aids".
Na América Latina, o número de novas infecções anuais, que registrava queda constante desde 1996, se estabilizou nos primeiros anos do novo milênio e tem permanecido estável desde então a 100.000 por ano.